Grupo de Estudos do Anarquismo: Memória Verdade e Justiça

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No dia 30 de agosto ocorrerá mais um encontro virtual do Grupo de Estudos do Anarquismo, com o tema: Memória Verdade e Justiça – Luta contra o terrorismo de estado e do capital na perspectiva Anarquista
 
Nesse módulo teremos a especial participação de companheiros do IInstituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania
 
Texto disparador para o debate: A dimensão trágica da luta pela anistia – Prof. Dra Heloisa Greco
 
Texto de Apoio: O O anarquismo no banco dos réus (1969-1972) – Edgar Rodrigues. (Terceira parte: O assalto, O inquérito policial-militar)
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O Fascismo não passará!

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A onda de ódio e violência que assistimos nos últimos tempos evidencia a necessidade cada vez maior de combater permanentemente o fascismo, em todas as suas expressões. É preciso arregaçar as mangas, focar nos trabalhos de base e na luta cotidiana, resgatando da memória de nossa história de resistência e a organização de espaços de cooperação e solidariedade.

 

Vivemos em uma sociedade burguesa: autoritária, escravocrata, racista, patriarcal, homofóbica, transfóbica e cada vez mais intolerante.  Vencer o fascismo é nosso dever ético e político. É preciso reunir forças para juntos construir uma outra vida possível, que repudie qualquer elitismo ou ódio de raça e gênero. Lutar para transformar toda nossa dor e nossa raiva causada pelas injustiças em motor para fazermos funcionar espaços de resistência que aposte em uma sociedade mais ética e solidária.

 

Ainda não superamos nosso passado escravista, assim como a tradição autoritária, herança da ditadura  empresarial-militar. Uma ditadura, marcada pela corrupção, que aumentou de maneira profunda a histórica perseguição, prisão e assassinato de milhares de trabalhadoras/es, negras/os, indígenas, mulheres, homossexuais, deixou graves marcas na sociedade brasileira: a naturalização da violência, da tortura e da militarização, os ódios de classe, de raça e de gênero. Mais do que nunca é preciso desnaturalizar as violências e combater as opressões. 

 

É da nossa memória, das histórias de resistência que vem nossa capacidade de seguir inventando formas de resistir. Por isso é nosso dever mantê-las vivas: Confederação dos Tamoios; A Revolta do Malês; O Quilombo dos Palmares, Frente Única Antifascista Brasileira de 1934, Resistência contra a Ditadura.

 

Juntos podemos expulsar todos os fascistas de nossas comunidades. Mas para isso precisamos nos reconhecer enquanto classe trabalhadora, lutar pela libertação da dominação política, da exploração econômica e de um sistema social que nos degrada, como homens e mulheres. A partir dessa luta, surge um novo modo de vida, baseado nas políticas da luta popular.

 

Nós enfrentaremos o racismo com solidariedade. Enfrentaremos o capitalismo com socialismo. E jamais enfrentaremos  o imperialismo com mais imperialismo, mas com o internacionalismo proletário.

 

Esta é uma revolução mundial: todos os povos colonizados estão agora resistindo, dos caracóis zapatistas aos cantões curdos nos chegam exemplos de uma nova cultura revolucionária, baseada na cooperação e na luta pela libertação,  produzindo uma nova política, nascida do desejo popular de trocar um sistema corrupto por um sistema que sirva o povo, um sistema que seja livre da exploração do homem pelo homem, e que satisfaça as necessidades das massas populares.

 

Por isso nós, como as e os zapatistas, não nos cansamos de dizer: organizem-se, organizemo-nos, cada quem em seu lugar, lutemos para nos organizarmos, trabalhemos para nos organizarmos, pensemos para começar a nos organizar, e encontremo-nos para unir nossas organizações por um Mundo onde os povos mandam e o governo obedece.

 

As demandas e necessidades do povo são o nosso desejo. É chegada a hora de nos sentarmos juntos e permanecermos unidos para combater a guerra para derrotar nossos opressores. PORQUE NÓS SOMOS GRANDES, EM FORÇA E NÚMERO.

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Unificar as lutas pela base! Derrotar o fascismo e o racismo pela via da revolta popular!

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Uma contribuição anarquista para a presente conjuntura de acirramento da luta

 

   2020, o ano que para muitos, em especial para a esquerda eleitoral, parecia o ano da “terra arrasada”, da derrota e da avalanche do avanço da extrema-direita. Contudo, a vida não se limita às eleições burguesas e o ano se inicia sob a luz das revoltas populares latino americanas no Chile, Equador e Haiti. Questionam o sistema capitalista em sua expressão mais profunda atual: o neoliberalismo. Nos E.U.A,  o levante popular negro, em meio a pandemia do coronavírus expõe ainda mais as entranhas do sistema capitalista, racista e patriarcal. A crise capitalista, aguçada ainda pela pandemia do coronavírus, desvela cada vez mais a inviabilidade desta ordem social.

   

  No Brasil, começam a pipocar as primeiras mobilizações de rua pós-pandemia. Torcidas organizadas e juventude antifascista tomam as ruas em Porto Alegre, São Paulo,Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Manaus, etc. No RJ manifestações lideradas pelo movimento negro questionam o genocídio causado pela polícia militar que assassinaram Agatha, João Pedro, Rodrigo, João Vítor, Matheus, Miguel e tantos outros e outras. O cenário parece apontar para a possibilidade de uma gradativa massificação dos atos de rua.  Nesse contexto, os movimentos populares, estudantis e sindicais debatem intensamente os rumos que a ação deve tomar. Esse texto é uma breve contribuição para esse debate, bem como para uma caracterização do governo Bolsonaro e da conjuntura que se abre no momento.

     

    Tomar as ruas contra os fascistas e superar a direita “anti-bolsonarista” de fachada

     

     Em um documento publicado em 2018 <https://terraeliberdade.org/desistir-jamais-resistir-e-derrotar-o-fascismo-para-alem-das-urnas/> já expusemos nossa avaliação do governo Bolsonaro. Trata-se de um governo de tipo neofascista, um fascismo de tipo ultraliberal que, contudo, no presente momento, gerencia uma democracia burguesa. Temos um governo fascista e não um regime fascista!  Que tenta, por dentro da democracia burguesa,passar medidas “fascistizantes” visando militarizar o governo, bem como controlar de forma centralizada as instituições (como no recente caso da intervenção na polícia federal, entre outros). 

            

     Esse governo possui ainda, como base de apoio, uma parcela da burguesia-empresarial, aqui merece destaque o setor financeiro e do agronegócio, bem como das forças armadas e da polícia militar/ milícias. No seio da classe trabalhadora, tem como principal ponto de apoio o conservadorismo neopentecostal liberal.

        

   Contudo, o apoio dessa burguesia-empresarial à Bolsonaro foi apenas um apoio pontual, visto em determinado contexto o viu como o único com força eleitoral para tocar as reformas do capital, bem como derrotar o modelo de conciliação de classes, já não mais interessante depois da crise de 2008.

      

    Desse modo, essa mesma burguesia, já começa a migrar para uma posição de desgaste do governo, visando construir uma gerência “liberal tradicional” para 2022 ou até mesmo para 2020 pela via do impeachment. Deste modo, uma briga intra-burguesa (entre o projeto fascista “estilo bolsonarista” e  o projeto “liberal tradicional “estilo PSDB”) se  instaura, disputando os rumos do projeto da classe dominante no  Brasil.Assim sendo, é preciso estarmos atentos a esse oportunismo desses setores burgueses “anti bolsonaristas de última hora” e a constante tentativa de cooptação de setores da esquerda pela política de “frente popular” com a burguesia.

       

       Além disso, é importante a caracterização do bolsonarismo como fascismo, pois aponta para a necessidade de um combate enérgico contra sua base organizada fascista (não confundir com seus eleitores!). Deste modo, tal qual a Frente Única Antifascista brasileira de 1934, precisamos articular a autodefesa da classe. Não permitir o monopólio dos fascistas das ruas e nem mesmo deixar que as lutas sejam descaracterizadas e tenham suas pautas sequestradas para dar lugar a palanques eleitorais.

       

     Temos bem definido o motivo de estarmos indo para as ruas: O fim do genocídio do povo preto pelo Estado e contra o fascismo, que se institucionaliza a cada dia. Porém uma ressalva é importante, durante o período de pandemia, a esquerda precisa se diferenciar dos negacionistas fascistas e adotar nos atos de rua, dentro do possível, medidas de proteção à saúde (fornecendo aos presentes, equipamentos de proteção individual, como máscaras e álcool em gel,mantendo distância de 2 metros e orientando as pessoas de grupo de risco a ficar em casa). 

     

  Desse modo, se faz necessário também repensar e elaborar novas estratégias para as manifestações,como por exemplo, organizar pequenas ações em vários pontos estratégicos da cidade, de modo que seja possível manter as medidas sanitárias e ainda assim, causar o impacto desejado, afinal, devemos também ter a responsabilidade por nossa saúde e pelos nossos.

       

       Em suma, esse fascismo gerente da democracia burguesa precisa ser combatido em duas frentes táticas para barrar desde já qualquer possibilidade de fechamento do regime e em outra construindo um projeto socialista junto ao povo. Uma imediata e outra de mais longo prazo:

           

  1. a) Criação de comitês de auto-defesa antifascista e unificação pela base de uma frenteantifascista não eleitoral e com independência de classe, como já defendemos em outro texto <https://terraeliberdade.org/desistir-jamais-resistir-e-derrotar-o-fascismo-para-alem-das-urnas/>. Comitês locais que sirvam como pontos de mobilização, organização e autodefesa, mas também, que se relacionem em rede para que assim, não sejam pontos isolados, mas sim parte de um grande organismo de poder popular, revolucionário.

 

  1. b) Trabalho de base junto ao povo, nas favelas e periferias para disputar palmo-a-palmo um projeto de organização popular contra o projeto das neopentecostais conservadoras liberais,atuando na mobilização de massas e organização para a revolta popular, apontando sempre para um projeto político revolucionário e não atuando como ONGs assistencialistas, mas sim, como organismos de poder popular.

 

 Antifascismo no seio do povo sim! Frente ampla com a burguesia não!

 

   O antifascismo de modo algum é monopólio deste ou daquele grupo político e queremos que ele se generalize. Nesse sentido, saudamos a juventude e setores da classe trabalhadora que tem manifestado sua oposição ao governo, seja nas ruas e mesmo nas redes sociais. Contudo, apontamos que a luta antifascista não é apenas uma dimensão estética, ou uma oposição momentânea ou eleitoral a este governo específico, mas um trabalho político árduo e cotidiano junto à classe trabalhadora. Só assim será possível extirpar o fascismo e o conservadorismo do seio de nosso povo, bem como seus sustentáculos.

   

     No mesmo sentido, saudamos  a juventude combatente, que no último domingo enfrentou bravamente os fascistas nas ruas (com todos seus signos racistas e neonazistas). Contudo, apontamos que é preciso estar atento para que o antifascismo não caia em uma cultura ganguista, apontando sempre para o antifascismo como uma luta política militante e cotidiana: classista, antirracista, antissexista e anti-lgbtfóbica. Uma cultura antifascista precisa ter como base os trabalhadores da cidade mais precarizados, os camponeses e emergir no seio do povo!

     

     No entanto, é importante não cair na falácia liberal de “liberdade de expressão” para os fascistas, pois foi essa política, de conivência liberal e social-democrata que historicamente alimentou o fascismo. Ainda que, no presente momento, não haja condições e correlação de forças para que ocorra um golpe de tipo fascista, é preciso desde já desmantelar tais organizações e não permitir que se sintam em uma posição confortável para pregar o racismo, o fascismo e o golpe de estado abertamente. Não há de se permitir que se organizem e cresçam à tal ponto que possam se constituir enquanto regime e nem mesmo que penetrem cada vez mais na malha da democracia burguesa e a “fascistizem”. 

     

     Por outro lado, estamos atentos à perspectiva oportunista da esquerda eleitoral que nos últimos tempos tem aderido a tese do fascismo, contudo, com uma política de“enfrentamento” que historicamente sempre levou a classe trabalhadora à derrota. Trata-se da  política de “frente ampla” com a burguesia.

      

      A tese central é de que o fascismo é algo tão ruim que vale uma aliança tática eleitoral com qualquer um que se diga antifascista, até mesmo setores da burguesia. Essa política tem sido apontada ultimamente por setores do PSOL, em especial os liderados por Guilherme Boulos e Marcelo Freixo.

     

       A política de “frente ampla”, tal qual na Revolução Espanhola e em tanto outros exemplos, sempre deixou a classe trabalhadora refém da burguesia, sabotou as iniciativas mais radicais da  classe, rebaixou suas pautas e permitiu a vitória da reação.

    Sendo assim, não devemos nos iludir! Setores da burguesia tradicional, liderados pelo PSDB ou toda sorte de partidos burgueses entram em frentes assim com o intuito de frear as lutas do povo e a luta antifascista.

       

        Serão os mesmos que, quando a maré virar, novamente vão aderir a política fascista, como fizeram em 2018 e sempre farão.  Desse modo, assim como dizia Durruti “Nenhum governo do mundo combate o fascismo até suprimi-lo. Quando a burguesia vê que o poder lhe escapa das mãos recorre ao fascismo para manter o poder de seus privilégios”. Não nos iludamos, aos liberais interessa manter o fascismo sempre vivo e por perto, para usá-lo como instrumento de classe.

       

            No espírito do levante popular negro de 2020, de junho de 2013 e da Revoada dos Galinhas Verdes de 1934: somente a ação direta pode derrotar o fascismo nas ruas para além das urnas!

            

            Abaixo o fascismo! Não à frente eleitoreira com a burguesia!

        Viva a revolta popular! Pelo fim do genocídio do povo preto! Pelo fim das polícias! Autodefesa do povo! 

 

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Grupo de Estudos do Anarquismo: Crítica libertária e classista ao fascismo

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Olá, companheiras/os!

No dia 20 de junho ocorrerá mais um encontro virtual do Grupo de Estudos do Anarquismo com o tema: Crítica libertária e classista ao fascismo

https://meet.jit.si/GrupodeEstudosdoAnarquismo

Texto disparador para o debate: O Fascismo: definição e história – Luce Fabbri (páginas: 7-34)

https://tendadelivros.org/lucefa…/lucefabbri_final_pt_web-1/

Texto de Apoio: Entrevista com Manuel Loff

https://apublica.org/…/o-bolsonarismo-e-o-neofacismo-adapt…/

Evento no facebook:

https://facebook.com/events/s/critica-libertaria-e-classista/1141747252858339/?ti=cl

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Grupo de Estudos do Anarquismo: Perspectvas Anarquistas diante da Covid-19

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Olá, companheiras/os!
No dia 31 de maio daremos continuidade ao nosso Grupo de Estudos do Anarquismo com um encontro virtual para debater o atual momento de crise.
Texto disparador para o debate: UM VÍRUS QUE DESVELA AS ENTRANHAS DO CAPITAL – Filipe Proença de Carvalho Moraes
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Debate com militante da OATL no programa da rádio petroleira – Privatizar faz mal ao Brasil – 31 07/05/2020

No programa “Privatizar faz mal ao Brasil”, da rádio petroleira, com a apresentação da jornalista Rosa Maria Corrêa, o militante da OATL e também professor do pré-vestibular comunitário Machado de Assis do Morro da Providência conversa com Luiz Mário Nogueira Dias, diretor de Política e Formação do Sindipetro-RJ e com Alex Noronha, servidor público da Funai.

Em sua fala relata as ações realizadas, junto a outros grupos, para organizar o gabinete de crise do Morro da Providência e a atuação das comissões que vão desde o monitoramento das pessoas infectadas até a busca de mantimentos para as famílias que estão passando por necessidades.

Ressalta que existem duas linhas de atuação nesse momento, a primeira que se basta no assistencialismo, vincula e articula grandes empresas que fazem doações para receber mais isenções de impostos. Porém, esse tipo de ação não objetiva nenhum tipo de preparo do povo para a batalha que é resistir aos golpes que a classe trabalhadora está sofrendo.

Já a segunda linha, além de buscar essa assistência, tem como objetivo construir uma rede de apoio, de mobilização e de articulação política. Nesse sentido, foi realizada uma articulação estratégica com as unidades de saúde para garantir a propagação de suas orientações, considerando a legitimidade que os profissionais da saúde têm, principalmente com os profissionais que estão inseridos na comunidade, ressaltando aqui o trabalho dos agentes comunitários de saúde.

Um novo mundo precisa nascer após essa pandemia e para isso temos que prepará-lo agora. Temos que ter estratégia e preparar a luta, exigir desde já que os governos municipais, estaduais e federal, adotem medidas básicas de proteção à população como por exemplo a suspensão dos pagamentos do aluguel, da taxa de luz, água, gás, internet e etc, a criação de novos postos de trabalho emergenciais e a defesa da estabilidade e manutenção dos atuais empregos. A aliança estratégica sindicato-comunidade não é apenas uma maneira de, nesse momento, garantir ajuda financeira e doações. A aliança sindicato-comunidade coloca a possibilidade de repensar as questões materiais do trabalho articuladas às questões da moradia, da educação e do lazer. Nesse sentido se faz necessária a criação de assembleias populares para o enfrentamento da crise e do cenário pós-pandemia .

É a solidariedade que vai construir pontes para nossa luta, participe: defenda o SUS e organize-se por local de moradia!!!!

Se quiser colaborar com a doação com as cestas básicas, você pode ajudar depositando qualquer valor na conta abaixo:

Banco Inter – 077

Agência – 0001-9

Conta – 5460186-0

Douglas Melo da Fonseca

CPF: 158.173.557-01

 

Privatizar faz mal ao Brasil – 31 07/05/2020

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Grupo de Estudos do Anarquismo – 2019

Saudações revolucionárias, durante o ano de 2019 a Organização Anarquista Terra e Liberdade organizou seis encontros do Grupo de Estudos do Anarquismo, visando discutir a teoria anarquista, bem como  alguns processos revolucionários e de lutas políticas que tiveram participação dos anarquistas.

Abaixo seguem todos os seis temas abordados com os textos de apoio que foram discutidos e o vídeo do debate que aconteceu no primeiro encontro com a participação da Mostra do Filme Marginal,  Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM) e OATL.

Que o anarquismo seja sempre uma ferramenta útil para as lutas do povo!

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Texto disparador: O Espírito da Revolta: A Greve Geral Anarquista de 1917 – Cristina Lompreato. Cap. A Greve Geral, págs 38/51. http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/279980/1/Lopreato_ChristinadaSilvaRoquette_D.pdf

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Texto disparador: A Comuna de Paris e a noção de Estado – Bakunin. https://revistas.pucsp.br/verve/article/view/5433&ved=2ahUKEwj28Z6h06rjAhUrD7kGHcgYD-gQFjABegQIBxAC&usg=AOvVaw2E_0gFw0BE7SoOF2sdJp3a&cshid=1562771977922

Texto de apoio: A Comuna de Paris na segundo Louise Michel. http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/viewFile/12537/6700&ved=2ahUKEwjU7tWPxqrjAhXbILkGHbGKC_4QFjABegQIBRAB&usg=AOvVaw1dwPt0PSt6J4O_sUVXolDF

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Texto disparador: O Grande Outubro na Ucrânia – Nestor Makhno. http://www.nestormakhno.info/portuguese/gran_out.htm

Texto de apoio Os Anarquistas Russos, os Sovietes e a revolução de 1917-  Alexandre Skirda. SKIRDA – III;  SKIRDA – IV

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Texto disparador: ESPANHA LIBERTARIA: A REVOLUÇAO SOCIAL CONTRA O FASCISMO – Le Monde Libertaire. https://terraeliberdade.org/wp-content/uploads/2019/09/INTRODU%C3%87%C3%83O.pdf

Texto de apoio: Os Amigos de Durruti Acusam. https://www.nodo50.org/insurgentes/textos/org/06amigosdurruti.htm

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Texto disparador para o debate: Confederalismo Democrático / Abdullah Öcalan; tradução Coletivo Libertário de Apoio a Rojava — Rio de Janeiro. http://ocalan-books.com/downloads/PT-BR-confederalismo_democratico_2016.pdf

8

Texto disparador : Sexta Declaração da Selva Lacandona. – Exército Zapatista de Libertação Nacional. https://enlacezapatista.ezln.org.mx/sdsl-pt/

Texto de apoio: A luta pela terra na cosmopolítica do movimento zapatista – Ana Paula Massadar Morel. https://revistas.ufrj.br/index.php/estudoslibertarios/article/view/20812

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4° Encontro do Grupo de Estudos do Anarquismo

Guerra Civil Espanhola

 

OATL convida: Grupo de estudos do anarquismo

O presente grupo de estudos visa discutir a teoria anarquista, bem como trazer a luz alguns processos revolucionários e de lutas políticas que tiveram participação dos anarquistas. Entendendo o anarquismo como ferramenta para luta política contemporânea e não somente como uma teoria exótica a ser estudada.

Que o anarquismo seja sempre uma ferramenta útil para as lutas do povo!

19 de Outubro – 15h – SEPE (Rua Evaristo da Veiga, 55 – Centro)

*Para garantir a participação de responsáveis por crianças pequenas disponibilizaremos um espaço recreativo com cuidadores.

 

Texto disparador para o debate: ESPANHA LIBERTARIA: A REVOLUÇAO SOCIAL CONTRA O FASCISMO – Le Monde Libertaire  – INTRODUÇÃO

Texto de apoio: Os Amigos de Durruti Acusam – https://www.nodo50.org/insurgentes/textos/org/06amigosdurruti.htm

 

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Ciclo de debates: 100 Anos da Revolução Russa: Uma Outra Visão

Áudio da palestra com a professora Carla Medeiros, que ocorreu no dia 24/11/2018 no  IFRJ Nilópolis em atividade realizada  durante um ciclo de debates sobre “100 Anos da Revolução Russa: Uma Outra Visão” realizado pela Ação Revolucionária Estudantil – AR  e Coletivo Sindicalismo Revolucionário – CSR.

A professora introduz o debate sobre a revolução exibindo trechos do filme “Outubro” de Serguei Eisenstein.

UMA OUTRA VISÃO DA REVOLUÇÃO: O RELATO

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3° Encontro do Grupo de Estudos do Anarquismo: A Revolução Russa

Textos de apoio para o 3° Encontro do Grupo de Estudos do Anarquismo: A Revolução Russa

título: OS ANARQUISTAS RUSSOS, OS SOVIETES E A REVOLUÇAO DE 1917

autor: Alexandre Skirda, editora: Intermezzo Editoria. capítulos III e IV:

SKIRDA – III

SKIRDA – IV

E não  esqueçam do texto disparador:

O Grande Outubro na Ucrânia – Nestor Makhno

http://www.nestormakhno.info/portuguese/gran_out.htm

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