Atividades

– Debate em Petrópolis: “Levantes de Junho, black bloc e anarquismo” dia 14dez.

A Organização Anarquista Terra e Liberdade convida a todxs a comparecerem ao debate que realizará em Petrópolis, na sede do Sepe, sobre a conjuntura política, a tática black bloc e anarquismo.

Desde os atos de junho, que levaram mais de um milhão as ruas e foram marcados pela repressão policial mas também pela resistência popular, o nome anarquismo voltou a surgir na boca do povo.

Pretendemos então trazer o debate sobre a tática black bloc, um pouco de sua história, e sua relação com o anarquismo. Trazendo algumas noções básicas dessa ideologia política, e como se dá uma atuação anarquista nos movimentos sociais.

SÁBADO 14 DE DEZEMBRO AS 14:30 no SEPE-Petrópolis (Rua Marechal Floriano Peixoto 396)

– Debate Anarquismo e Educação: 2 de novembro na Quilombo das Guerreiras

Faremos um debate sobre o pensador anarquista Ferrer y Guardia em conjunto com a Biblioteca Terra Livre de SP! Participe!

http://bibliotecaterralivre.noblogs.org/post/2013/10/24/mes-ferrer-y-guardia-iii-a-educacao-anarquista-ontem-e-hoje/

20 de Outubro: Nota sobre atividade na Penitenciária de Bangu, em solidariedade aos presos políticos

Este domingo, participamos da panfletagem da FIP em frente ao presídio de Bangu. Pautamos não apenas a liberdade de nossos presos políticos, mas nos solidarizamos com as famílias dos demais presos, denunciando que, em nosso sistema desigual, todo preso é um preso político. Dialogamos com grande receptividade com pessoas que sofrem a opressão do Estado na veia: sofrem opressão de classe, porque são em sua grande maioria trabalhadoras exploradas; sofrem opressão da polícia, da milícia, do tráfico; sofrem opressão de gênero porque são também em maioria mulheres, muitas vezes oprimidas pelos próprios companheiros que vão visitar. Estas pessoas chegam lá às 4h/5h da madrugada e ficam durante horas em filas gigantescas no sol ou na chuva, muitas vezes só conseguindo entrar após 13h/14h. São com estas pessoas que nós temos que estar, e a incorporação desta pauta, e destxs lutadorxs, será sem dúvida um grande saldo das prisões arbitrárias e perseguições que estamos sofrendo. A repressão só unificará mais a luta de classes. Ouvimos denúncias das humilhações sofridas nas revistas, na falta de atendimento médico aos detentos, falta de água, comida estragada e castigos arbitrários. O melhor momento foi quando palavras de ordem na frente do presídio foram protagonizadas por estxs mesmxs pessoas que sofrem diariamente tanta opressão. Nós é que fomos inflamados a protestar com eles, recebendo também apoio aos nossos atos e lutas. Ficou totalmente claro que estas pessoas não são afastadas pela ação direta, ao contrário, elas não têm tempo para marchas vazias cantando hinos, elas só têm tempo para o que pode gerar resultados, resistências e respostas diretas à violência continuada que sofrem por gerações. Elas conhecem de perto o “vandalismo” do Estado. Este foi apenas o primeiro momento de uma unidade que só crescerá.

Nas ruas:

– Debate sobre Ação Direta

– Atividade do 1º de Maio de 2013

– Atividade de 5 anos do Grupo de Educação Popular (GEP)

 

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