Dia 9 de Julho em Kíev acontecerá um ato em apoio a Aleksandr Koltchenko

bxqxxc_dwxgNo dia 9 de Julho, em Kíev (Ucrânia), acontecerá um ato em apoio ao preso político ucraniano Aleksandr Koltchenko, ativista anti-fascista e militante anarquista. Koltchenko está sendo acusado pela justiça russa de “terrorismo” por participar de atos contra a anexação da Criméia ao Estado ditatorial governado por Pútin. Ele está ameaçado de pegar de 10 a 20 anos de prisão, acusado, sobretudo, de participar do incêndio do “estado maior” da Rússia Unida (Iedínaia Rossía), em 2014, durante os protesto.

Liberdade para Aleksandr Koltchenko e todxs xs presxs políticxs do mundo!

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Encontro Nacional contra as Perseguições e Prisões Políticas

10422573_1467889050175359_9127158512037174804_n ATIVIDADES PROGRAMADAS PARA O ENCONTRO:


[DIA 11/07] – LOCAL: SINDSPREV/RJ, Lapa

12:00: Confraternização de abertura + almoço

14:00: Mesa: LUTA CONTRA O TERRORISMO DE ESTADO

Participarão da mesa:

– João Batista Damasceno- Cientista Político, membro da Associação dos Juízes pela Democracia.
– Professora da rede estadual de educação perseguida política
– Daniel Mazola- Tribuna da Imprensa
– José Ricardo Prieto- Jornal A Nova Democracia
-Gisele Martins- Comunicadora Comunitária do Complexo de Favelas da Maré
– Ana Paula – Moradora da favela de manguinhos, mãe do jovem Jonathan assassinado pela polícia

17:00: Mesa: PRISÕES POLÍTICAS NA CIDADE E NO CAMPO E PELO DIREITO DE MANIFESTAÇÃO.

Participarão da mesa:

-Professor Evson Malaquias- UFPE
-Comitê de Solidariedade aos Presos Políticos do Ceará
-Liga dos Camponeses Pobres
-Fabio Hideki – Atvista perseguido político de SP
-Comitê pela Liberdade de Rafael Braga

-Ativistas perseguidos políticos do RJ

20:00: Atividade Cultural com Apresentações Musicais, poesia, teatro e outras atrações;

Confirmados: Canto Cru, Corisco, Marcinho da Gaita, Esquizo Farofa e poesia;

[DIA 12/07]

Ato: Em defesa do Direito de Manifestação! Liberdade para os Presos Políticos!

Local: Praça Saens Peña
Horário: 15h
Evento: https://www.facebook.com/events/855504457866476/

#NÃOPASSARÃO!
#LutarNãoÉCrime

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Educação lança campanha contra a redução da Maioridade Penal

Reproduzimos o texto do panfleto escrito pelo GT de comunicação da Campanha “Educação por um mundo novo sem opressões”, que se chamava antes “Campanha da educação contra as perseguições políticas”.

11693861_466259153556735_4287497763134009286_n Entendendo o retrato dos tempos atuais…

A imagem que vemos neste panfleto reflete exatamente o sentimento que nós, educadorxs do Estado e município do Rio de Janeiro, temos frente às diversas perseguições que as classes trabalhadoras sofrem, principalmente o povo negro e pobre das favelas (onde estão, em grande parte, nossxs alunxs das redes públicas de ensino).

Os governos municipal, estadual e federal querem que não pareça claro, mas o conjunto de iniciativas que eles vêm implementando ou tentando implementar (retaliações aos movimentos de trabalhadorxs grevistas; perseguições políticas àquelxs que expressam suas divergências com o Estado e à autoridade que este representa; o processo de “pacificação” pela bala, tortura, prisão e assassinato; dentre tantas outras medidas repressivas) se apresentam, não por acaso, de forma articulada, em um tempo de “crise econômica” para o povo e perpetuação das riquezas para os grandes empresários. E com auxílio dos jornais e mídias de grande circulação ditam aquilo que é necessário ser feito em nome da boa ordem e da segurança, frente a um suposto caos que o enfrentamento das massas poderia gerar. Sabemos dos inúmeros discursos produzidos pelas elites deste país para o fomento ao medo e a punição, e sabemos, sobretudo, sobre quem e como recaem estas punições. Sabemos que a justiça não é neutra e que a lei muitas vezes é arma contra classes. Nós conhecemos as vítimas desse sistema que fecha escolas, constrói e privatiza cadeias, precariza (a todo e qualquer custo) nossas vidas.

Nesse contexto, a aprovação da redução da maioridade penal foi mais um dentre tantos ataques, um golpe da Câmara dos Deputados, e juntamente a possíveis outros golpes que ainda virão pela frente, representam somente o interesse das classes privilegiadas (que seguem a criminalizar a pobreza e a defender ou invisibilizar o genocídio do povo negro nas favelas). É mais uma perseguição a quem cotidianamente já é perseguido, para quem sair de casa muitas vezes já é o próprio fazer revolucionário, a própria resistência, para pessoas que nem ao menos recebem o “benefício” de serem julgadas pela lei, para quem a pena de morte já é velha conhecida.

Diante de tudo isso, nós afirmamos que todo este projeto fascista de governança não passará! Assim como não passará o seu disfarce cada vez mais mal vendido, de democracia. A luta contra a redução da maioridade penal é nossa, tanto quanto é do jovem que tem seus direitos roubados. Assim como é nossa a luta contra os cortes de verba pra educação, os casos de exoneração e processos administrativos aos profissionais grevistas, as terceirizações e a precarização dos nossos trabalhos, as perseguições e a criminalização dos 23 militantes presos as vésperas da final da copa do mundo de 2014, a prisão do trabalhador Rafael Braga por porte de desinfetante, o desaparecimento dos 43 estudantes normalistas pela polícia mexicana e contra tantas outras violências do Estado que constituem a repressão articulada para a garantia dos privilégios históricos das elites.

Com esse entendimento sobre os dias que estamos vivendo, buscamos, mais do que nunca, a união das mãos que sofrem a violência e o terrorismo do Estado! De punhos cerrados, temos a mais precisa convicção de que educadorxs lutando, também estão educando!

LUTAR NÃO É ESCOLHA, LUTAR É PRECISO.
SUA LUTA, NOSSA LUTA!
EDUCAÇÃO POR UM MUNDO NOVO

Link do evento: https://www.facebook.com/events/1465967413702147/

‪#‎EDUCAÇÃOPORUMMUNDONOVO‬
‪#‎EUAPOIOOS23‬
‪#‎LIBERDADEPARARAFAELBRAGA‬
‪#‎FORACUNHA‬
‪#‎CONTRAREDUÇÃODAMAIORIDADEPENAL‬

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A situação dos nossos camaradas tchecos na prisão: o cinza, a solidão, a fome.

kamera-nary-tyurma Comida de Nieveganskoie, o isolamento, o tédio, e uma meia-hora de luz do dia. Os encontros através da barreira com vidro resistente a impacto. Nestas condições, os nossos camaradas suportam a prisão. Neste artigo, nós gostaríamos de descrever a realidade cotidiana dos anarquistas presos e descrever formas de apoiá-los. Nós apelamos por ajuda, por apoio a todos os três (no momento da escrita desta artigo não prenderam ainda Igor) e especialmente Martin, para o qual as próximas semanas podem ser decisivas. Estamos pedindo que se faça pressão sobre a direção da prisão de “Pankráts” para respeitar a dieta vegan de Martin e por melhorias nas condições de detenção em geral.

A operação “Phoenix”, agentes policiais e um caso, provavelmente, fabricado.

Recentemente, em abril de 2015, a polícia da República Checa lançou uma operação contra anarquistas, anti-autoritários e ativistas do movimento em defesa dos animais. Esta operação é conhecida como “Phoenix”. Durante a fase inicial, muitas pessoas foram inqueridas, interrogadas, algumas presas, e em vários lugares ocorrem batidas policiais. A polícia apreendeu servidores, computadores, cartões de memória, câmeras, telefones celulares e outros dispositivos digitais e de mídia. Nós ainda não sabemos por quanto tempo se prolongará a operação, quantas pessoas são e quais as intenções da polícia. Em muitos casos, a polícia deliberadamente falsificou e escondeu fatos importantes, a fim de obter a permissão para buscar ou prender pessoas.

O foco principal da mídia foi o caso dos “extremistas de esquerda.” Dos 11 detidos, três deles permanecem presos (Alech, Piotr e Martin), onde aguardam julgamento. Piotr e Martin são acusados ​​de “conspiração para planejar um ataque terrorista”, e Alech por porte ilegal de armas.

Hoje sabemos que o “ataque” era para atingir um comboio, que supostamente a polícia impediu de ser atacado com a prisão de Piotr, Martin e mais duas pessoas (que estão sob investigação sem detenção). Pelo menos dois agentes secretos envolveram-se no planejamento e na elaboração de listas. Esses agentes, especialmente, foram treinados e infiltraram-se no grupo de ativistas e círculos de confiança com o objetivo de obter informações. Em seguida, quando os novos “amigos” instalaram dispositivos de escuta, eles começaram a falar mais sobre a necessidade de uma ação mais agressiva, e começaram a participar ativamente no desenvolvimento de tais planos. O advogado de Martin disse em uma entrevista:

“Meu cliente alega que tudo isso é resultado da operação policial, que ele não tinha intenção de planejar ou realizar ataques terroristas. Ele argumenta que, se não tivesse conhecido os agentes da polícia, provavelmente não teria caído em tal problema”.

A própria polícia elaborou todas as ações propostas. Sem as suas influências todo o processo não existiria. O objetivo da polícia, muito provavelmente, era desacreditar, intimidar e dividir o movimento anarquista, e reunir o máximo de informações sobre os grupos, eventos e indivíduos.

Os presioneiros, as condições de detenção, a solidão e a fome.

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Sudamérica presente hoy y siempre por los y las compas zapatistas

A los pueblos, familias, compas bases de apoyo zapatistas de la Garrucha.
A las cinco Juntas de Buen Gobierno
A los milicianos y al CCRI-CG del Ejército Zapatista de Liberación Nacional
Al Sub. Comandante Insurgente Moisés
Al Sub. Comandante Insurgente Galeano
A l@s compas del Congreso Nacional Indígena
A la Red contra la Represión y por la Solidaridad
A l@s compas de la SEXTA Nacional e Internacional
A l@s estudiantes de la Escuelita Zapatista

Desde éste sur los abrazamos.

28 junio del 2015

Desde diversas geografías del sur del continente (Colombia, Bolivia, Brasil, Uruguay, Paraguay, Argentina) nos une el latir de dolor que provoca indignación y repudio ante los hechos que están ocurriendo en territorio zapatista.

Abrazamos a las familias y compas zapatistas que están resistiendo ante los ataques de los grupos paramilitares de Pojkol, Municipio de Chilón y las 21 personas del mismo grupo paramilitar del Rosario municipio oficial de Ocosingo, Chiapas.

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Caravana 43 de Ayotzinapa no Rio de Janeiro

aytzirioChegaram ao Brasil as mães, pais e colegas dos 43 de Ayotzinapa. A Caravana43 por Sudamerica começa sua jornada por São Paulo, depois partindo para Porto Alegre e por fim Rio de Janeiro nos dia 9, 10, 11 e 12 de Junho de Terça-feira até Sexta-feira da semana que vem.

A Caravana 43 Sudamérica é uma ação em solidariedade aos 43 estudantesda Escola Normal Rural de Ayotzinapa, que desapareceram de forma forçada no dia 26 de setembro de 2014, em Iguala, Guerrero, México. A Caravana tem como objetivos reivindicar que os estudantes sejam entregues com vida, que seja feita uma investigação independente sobre o caso e pressionar o Estado mexicano a dar respostas consistentes. O Estado mexicano encerrou as investigações, dando como mortos os estudantes. Porém, vários grupos de direitos humanos e pesquisas jornalísticas têm apontado falhas na investigação, bem como apresentado provas de que agentes policiais participaram do ataque.

Da indignação com essa situação e da necessidade de fortalecer as lutas das vítimas de violência de Estado em toda a América Latina, surge a Caravana 43. A iniciativa está sendo construída por grupos autônomos e apartidários pertencentes a três países (Argentina, Uruguai e Brasil) e sete cidades (Córdoba, Rosário, Buenos Aires, Montevideo, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro). No Rio de Janeiro, nós da Rede de Coletivos por Ayotzinapa/RJ estamos organizando a ação há alguns meses e gostaríamos de convidá-los a se solidarizar e compartilhar suas lutas e experiências junto aos parentes dos estudantes desaparecidos. PROGRAMAÇÃO ABAIXO

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1º de Maio em Kobane no Curdistão

[Com um pouco de atraso, reproduzimos o comunicado escrito pelos trabalhadores e trabalhadoras e a administração do Cantão de Kobane para o 1º de Maio de 2015.]

 akobane

Camaradas Trabalhadoras e Trabalhadores, sindicatos e organizações de trabalhadores!

Enviamos-lhes a cálida e fraternal saudação das trabalhadoras e trabalhadores do Cantão de Kobane, o Cantão da revolução, da resistência e dos mártires, no Primeiro de Maio, o dia de comemoração da luta e resistência dos Trabalhadores contra a tirania e a opressão, e contra a exploração do capitalismo!

A revolução de Rojava, foi um ponto de partida histórico na luta dos trabalhadores e dos povos oprimidos no Oriente Médio e em todo o mundo, para recuperar a autoridade política; e foi a revolução das mulheres, da juventude e dos trabalhadores para estabelecer um novo sistema baseado na transição do poder ao povo como o verdadeiro legítimo dono desse poder. Nossa resistência contra os terroristas do ISIS e quem os apoiam internacionalmente não foi só para proteger a vida e a dignidade humana de nosso povo, senão que também foi e é a resistência para defender as conquistas da revolução e nosso sistema de auto-representação que está baseado na democracia radical e a eliminação das organizações hierárquicas.

Agora, através de heroicas batalhas de nossas e nossos camaradas nas “Unidades de Defesa do Povo” (YPG) e as “Unidades de Defesa das Mulheres” (YPJ), os terroristas estão sendo expulsos da cidade, mas os ataques nas áreas suburbanas e o bloqueio das rotas e caminhos de nosso Cantão ainda continuam. Nossa resistência entrou em uma nova fase, mais difícil ainda, e é a fase da reconstrução da vida social em Kobane, sob os ataques e o bloqueio econômico e logístico, em uma situação na qual mais de 80% das estruturas e edifícios da cidade e das infraestruturas vitais foram destruídas.

A história da luta de classes mostra que a união dos trabalhadores não tem fronteiras nem limites geográficos, assim é que reconhecemos nossa resistência contra o cruel terrorismo e quem os apoia internacionalmente, como a resistência em representação de todos os povos do mundo. Nós cremos que, a revolução, ao mesmo tempo que rompe com os fundamentos da dominação, e vai fundando um novo mundo, conquistando e garantindo o respeito e a liberdade e a igualdade para todos os povos, requer de uma luta prática e feroz. O mesmo caminho, a solidariedade internacional dos trabalhadores, é a necessidade histórica e um campo material e concreto para defender as conquistas da classe, para lutar ombro a ombro contra a dominação e a opressão capitalistas.

Nós, as trabalhadoras e trabalhadores e associações e organizações do Cantão de Kobane, comemorando as lutas dos trabalhadores e povos oprimidos por sua libertação e pela igualdade ao redor de todo o mundo, e agradecendo e apreciando vosso apoio e solidariedade com nossa resistência contra os ataques terroristas, convidamos a nossas e nossos camaradas trabalhadores, sindicalistas, gremialistas, e a todos os libertários, a participar na solidariedade prática com a revolução de Rojava e a resistência de Kobane, e convidamos vocês a unir-se a nós nesta situação histórica para defender as conquistas da revolução!

Vivam as lutas libertárias dos povos ao redor do mundo!

Viva a união internacional das trabalhadoras e dos trabalhadores do mundo!

1stmayforkobani.wordpress.com

 

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Inicia Caravana 43 por Sudamerica

Xs delegadxs da Caravana 43 por Sudamerica, Hilda Hernández Rivera, Hilda Legideño Vargas, Mario César González Contreras (familiares dos estudantes desaparecidos da Escola Normal Rural “Raúl Isidro Burgos”) e Francisco Sánchez  Nava (estudante sobrevivente da violência de Estado em Ayotzinapa), continuam exigindo a “¡APARECIMENTO COM VIDA DOS 43!”

Ayer en Conferencia de Prensa se anuncia el inicio de la Caravana 43 por Sudamerica. La Caravana 43 por Sudamercia, recorrerá Argentina (Córdoba, Rosario, Buenos Aires), Uruguay (Montevideo) y Brasil (Porto Alegre, São Paulo e finaliza en Rio de Janeiro).

“Nosotros hemos caminado muchísimo y vamos a caminar más para localizar a los 43 pero no solo a ellos sino también a los más de 30 mil desparecidos. Por las más de 30 mil familias que sufren por un desaparecido”, señaló Mario González delegado da Caravana 43 por Sudamerica y padre de César Manuel González Hernández, uno de los 43 normalistas desaparecidos.

Xs delegadxs da Caravana 43 por Sudamerica, Hilda Hernández Rivera, Hilda Legideño Vargas, Mario César González Contreras (familiares de los estudantes desaparecidos da Escola Normal Rural “Raúl Isidro Burgos”) e Francisco Sánchez  Nava (estudiante sobrevivente da violência de Estado em Ayotzinapa), continúam exigindo la “¡APARICIÓN CON VIDA DE LOS 43!”.

 ayotzi prensa

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DIA 19 DE NOVEMBRO NÃO SEREMOS 300 GARIS E SIM MILHARES ÀS 15:30 NA PORTA DO SINDICATO

Após a vitoriosa greve que marcou o carnaval carioca de 2014, dezenas de garis foram demitidos pela Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana).

Diante da omissão do sindicato da categoria (Asseio – Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Município do RJ), os trabalhadores decidiram realizar o Ato Contra a Covardia da Comlurb nesta quarta-feira (19), às 15h30, em frente a porta do sindicato (Rua R. Dr. Satamini, 189 – Tijuca, Rio de Janeiro/RJ).

TodXs estão convidadXs para participar do ato.

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EZLN convida para o Festival Mundial das Resistências e das Rebeldias contra o Capitalismo

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